
Criminosos prometeram liberar R$ 35 mil de uma ação judicial e orientaram vítima a acessar contas bancárias durante uma chamada
Um comerciante de 56 anos relatou à Polícia Civil que perdeu R$ 19.999 após receber contato de pessoas que se passaram por sua advogada, em São José do Rio Preto. Segundo o boletim de ocorrência, o golpe aconteceu às 18h30 de sexta-feira (6 de novembro de 2026). O registro foi feito às 5h58 de sábado (7).
Os interlocutores afirmaram que ele havia vencido uma ação judicial e teria cerca de R$ 35 mil para receber. Para liberar a quantia, disseram que seria realizada uma suposta audiência virtual.
Durante a chamada, o comerciante foi orientado a acessar suas contas bancárias, fazer transferências entre contas de sua titularidade e abrir links enviados pelos interlocutores.
Posteriormente, segundo seu relato, percebeu que haviam sido pagos dois boletos, um de R$ 10 mil e outro de R$ 9.999, com recursos disponíveis em sua conta e no limite de crédito.
O homem afirmou que desconfiou após um alerta da esposa. Ao entrar em contato com sua verdadeira advogada, constatou que se tratava de um golpe.
Em seguida, informou ter bloqueado as contas e comunicado o caso ao banco. No momento do registro policial, aguardava a possibilidade de estorno, sem confirmação de devolução dos valores.
A ocorrência foi registrada como estelionato. Como não apresentou documentos naquele atendimento, o comerciante foi orientado a entregar um extrato detalhado à delegacia responsável para auxiliar na apuração.
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Mulheres relatam golpe com falsa indicação para compra e perda de acesso a celulares em Rio Preto
Uma das vítimas informou transferências que somam cerca de R$ 4,3 mil; criminosos teriam usado nomes de conhecidas para iniciar os contatos
Duas mulheres procuraram a Polícia Civil em São José do Rio Preto na noite de sexta-feira (6 de novembro de 2026) para denunciar um golpe que começou com mensagens atribuídas a pessoas conhecidas. Ambas disseram que perderam o acesso aos celulares depois de seguir orientações recebidas por telefone.
Uma delas relatou que recebeu uma mensagem de uma suposta colega de trabalho, pedindo ajuda para servir como referência em uma compra. Depois, um homem que se apresentou como responsável pela negociação afirmou que seria necessário usar a conta bancária dela para receber valores que seriam repassados à colega.
Segundo a mulher, o interlocutor solicitou dados bancários, orientou o acesso a aplicativos financeiros e pediu que ela intermediasse o envio de códigos de validação. Durante o contato, apareceu em seu aparelho uma transação Pix de R$ 799. O relato não esclarece se esse valor foi efetivamente debitado.
Ela afirmou que desconfiou quando o homem mencionou outra conta bancária e tentou fazê-la acessá-la. Após o encerramento da ligação, o celular apresentou falhas e ficou inacessível.
A segunda mulher contou que recebeu uma mensagem atribuída a uma amiga e, em seguida, uma ligação de pessoas que se apresentaram como representantes da OLX. Elas disseram que a amiga teria direito à devolução de R$ 3.999 por uma compra e que o dinheiro seria depositado na conta da vítima.
Durante a conversa, a mulher acessou um link e entrou em seus aplicativos bancários. Depois, identificou transferências que, segundo os valores detalhados no boletim, somam aproximadamente R$ 4.346: cerca de R$ 999 de uma conta e R$ 3.347 de outra.
Ela também relatou perda de acesso ao celular e disse ter recebido informações de que seu nome estava sendo utilizado em novos golpes. O boletim não apresenta análise técnica que confirme como os aparelhos foram comprometidos.
O registro foi iniciado às 22h10 de sexta-feira e encaminhado para apreciação do delegado responsável. A data e o horário dos contatos não puderam ser confirmados com segurança na fotografia da primeira página, que está desfocada.
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Vigilante relata agressão com lixeira durante discussão na rodoviária de Rio Preto
Funcionário diz que confronto começou após pedido para homem deixar o terminal; polícia registrou lesões recíprocas
Um vigilante de 44 anos procurou a Polícia Civil na manhã de sexta-feira (6 de novembro de 2026) e relatou ter sido atingido com uma lixeira durante uma discussão no Terminal Rodoviário de São José do Rio Preto. Segundo o boletim de ocorrência, o episódio aconteceu às 0h28. O registro foi iniciado às 7h30.
De acordo com o funcionário, um homem havia se sentado em um banco diante de um guichê e passou a incomodar uma passageira. Outro vigilante pediu que ele deixasse o terminal, mas, segundo o relato, o homem se recusou, reagiu de forma agressiva e ameaçou entrar em confronto.
O declarante afirmou que foi chamado para ajudar e que, após novas orientações para sair, o homem pegou uma lixeira e o atingiu no braço esquerdo, provocando hematomas.
Na sequência, houve luta corporal. Segundo o vigilante, o homem tentou tomar seu bastão, que acabou quebrado durante a contenção. O funcionário afirmou que usou força para interromper a agressão e alegou ter agido em legítima defesa.
A Polícia Civil registrou o caso como lesão corporal, com indicação de lesões recíprocas. As páginas apresentadas não trazem a versão do outro envolvido nem detalham eventuais ferimentos sofridos por ele.
O terminal possui câmeras de monitoramento, segundo o boletim, e as imagens poderão ajudar a esclarecer a sequência dos fatos. A ocorrência foi encaminhada à delegacia responsável pela área.
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Motociclista fica ferido em colisão com carro no Eldorado, em Rio Preto
Motorista relata que moto foi retirada por outra pessoa antes da chegada da polícia; ferido foi levado à UPA Jaguaré
Um motociclista de 40 anos ficou ferido em uma colisão com um carro na tarde de sexta-feira (6 de novembro de 2026), no bairro Eldorado, em São José do Rio Preto. O acidente ocorreu às 16h22, no cruzamento das avenidas Menezes e Antônio Antunes Júnior, segundo o boletim de ocorrência.
O motorista do carro, de 35 anos, contou à Polícia Civil que seguia pela avenida Menezes e fazia uma conversão à esquerda quando houve a colisão. Segundo sua versão, a motocicleta vinha da rua Germano Marconato e se aproximou em alta velocidade após uma ultrapassagem. A velocidade e a dinâmica do acidente não foram confirmadas por perícia no documento apresentado.
Com o impacto, o motociclista caiu em um gramado próximo. O condutor do carro disse que parou, sinalizou a via, acionou o socorro e tentou conter um sangramento na perna do homem.
Uma equipe do Samu que passava pelo local prestou atendimento inicial. Depois, o Corpo de Bombeiros levou o motociclista à UPA Jaguaré. O boletim descreve ferimento na região de um dos joelhos, mas não informa diagnóstico médico ou evolução do estado de saúde.
O motorista também relatou que, enquanto fotografava o local, viu o motociclista entregar a chave a uma pessoa não identificada, que retirou a moto antes da chegada da polícia. O ferido permaneceu no local até ser socorrido.
A ocorrência foi comunicada à Polícia Civil às 22h49 daquele dia e registrada como lesão corporal culposa na direção de veículo automotor. Foram requisitados exame pericial para o carro e exame de corpo de delito para o motociclista. A versão dele sobre a colisão não consta nas páginas apresentadas.
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Mulher denuncia morte de cadela após golpe com ferramenta de jardinagem em Palestina
Segundo a tutora, funcionários relataram que homem atingiu o animal enquanto colhia limões; ocorrência foi registrada no dia seguinte, em Rio Preto
Uma mulher de 50 anos denunciou à Polícia Civil que sua cadela morreu após ser atingida com um garfo de jardinagem em uma propriedade em Palestina, na região de São José do Rio Preto. Segundo o boletim de ocorrência, o episódio aconteceu às 14h de quinta-feira (5 de novembro de 2026). O registro foi feito na sexta-feira (6), no plantão policial de Rio Preto.
A tutora contou que soube do ocorrido por funcionários que estavam no local. De acordo com o relato repassado a ela, um homem colhia limões quando a cadela se aproximou latindo. Ele teria atingido o animal com uma ferramenta composta por três hastes metálicas.
Após o golpe, a cadela correu para o interior da propriedade, caiu e morreu pouco depois, segundo a denunciante.
A mulher afirmou que telefonou para o homem para questioná-lo. Conforme seu depoimento, ele inicialmente disse ter sido mordido, mas depois afirmou que a cadela havia avançado em sua direção latindo.
Ainda segundo a tutora, o homem alegou que o animal causava transtornos na vizinhança e teria dito que repetiria a conduta caso a situação voltasse a ocorrer. Essas declarações constam do relato da denunciante; não há depoimento direto do homem nas páginas apresentadas.
A ocorrência foi registrada como maus-tratos a animais com resultado morte e encaminhada à delegacia responsável pela área. O documento não apresenta laudo veterinário ou pericial sobre a causa da morte.
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Homem denuncia ameaças em cobrança de R$ 350 atribuída à ex-companheira em Rio Preto
Discussão envolve um climatizador; polícia registrou o caso como extorsão, mas ressalvou que a existência da dívida e as intimidações precisam ser apuradas
Um homem de 47 anos procurou a Polícia Civil na sexta-feira (6 de novembro de 2026) para denunciar cobranças e ameaças atribuídas à ex-companheira e a outra mulher, em São José do Rio Preto. Segundo ele, o episódio mais recente ocorreu naquela manhã, no Residencial Amizade.
A cobrança, de R$ 350, envolve um climatizador. O homem afirma que o aparelho estava defeituoso, que ofereceu devolvê-lo e que não reconhece obrigação de pagamento. Disse também que, após o fim do relacionamento, passou a receber intimidações que envolveriam sua integridade física e seu trabalho.
Nos áudios apresentados à polícia, uma interlocutora afirma que o equipamento foi vendido e entregue em funcionamento e exige o pagamento por Pix. Segundo a descrição das gravações no boletim, ela condiciona a ausência de briga ao pagamento e diz que voltará à casa do homem e o procurará no fórum.
O documento ressalva que a identidade dessa interlocutora e a participação da ex-companheira ainda não foram confirmadas de forma independente.
O homem apresentou imagens de comprovantes de duas transferências à ex: R$ 200 em 7 de abril e R$ 300 em 5 de junho de 2026. A polícia destacou que esses documentos, isoladamente, não esclarecem a finalidade dos pagamentos nem demonstram relação com as ameaças relatadas.
O caso foi registrado preliminarmente como extorsão e encaminhado ao 3º Distrito Policial. A confirmação desse enquadramento dependerá da apuração das ameaças, da existência de eventual dívida e da relação entre as cobranças e os pagamentos. As versões das mulheres não constam como depoimentos nas páginas apresentadas.
