Aposentado de 80 anos perde R$ 19 mil após receber mensagens de falso filho em Rio Preto

Rodrigo Lima
Caso foi registrado na Central de Flagrantes de Rio Preto/imagem – Rodrigo Lima 12/10/2026

Vítima fez três transferências via Pix e pagou um boleto antes de perceber o golpe; contato usava fotografia do familiar

Um aposentado de 80 anos relatou à Polícia Civil ter perdido R$ 19.171 após receber mensagens de uma pessoa que se passava por seu filho. O caso ocorreu na quarta-feira, 4 de novembro de 2026, em São José do Rio Preto, e foi registrado naquela noite.

Segundo o boletim de ocorrência, o interlocutor utilizava uma fotografia compatível com a imagem do familiar. Acreditando conversar com o filho, o aposentado atendeu aos pedidos de ajuda financeira enviados pelo aplicativo.

A vítima realizou quatro operações em favor de pessoas e empresas indicadas nas mensagens. Foram três transferências via Pix, de R$ 5.872, R$ 6.000 e R$ 3.000, além do pagamento de um boleto de R$ 4.299.

Somente depois dos pagamentos o aposentado percebeu que havia sido enganado. O registro aponta o horário da ocorrência como 15h. A comunicação à polícia foi feita às 19h48 do mesmo dia.

O homem apresentou comprovantes e informou que mantém no celular as conversas com o responsável pelas mensagens. O material poderá ser utilizado na apuração. Ele afirmou não conhecer a identidade do autor.

Conforme o boletim, a vítima foi orientada a procurar a instituição financeira para verificar a possibilidade de acionar o Mecanismo Especial de Devolução do Pix, destinado a situações de fraude.

O caso foi registrado como estelionato por meio eletrônico, com autoria desconhecida, e encaminhado à delegacia responsável pela área. O documento não informa se houve recuperação do dinheiro.

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Recepcionista relata ameaça após chamar cliente de “princesa” em academia de Rio Preto

Funcionária diz que ex-aluno se exaltou durante atendimento sobre cobrança; episódio foi registrado na manhã de quarta-feira

Uma recepcionista de 30 anos procurou a Polícia Civil após afirmar que se sentiu ameaçada por um ex-aluno de uma academia em São José do Rio Preto. Segundo seu relato, o homem se exaltou depois que ela chamou a esposa dele de “princesa” durante um atendimento.

O episódio ocorreu às 6h10 de quarta-feira, 4 de novembro de 2026, em uma academia no Jardim Yolanda. O boletim foi registrado às 10h40 do mesmo dia.

À polícia, a funcionária contou que o casal foi ao estabelecimento para questionar uma cobrança em nome da filha. O homem afirmou que havia solicitado o cancelamento dos planos de todos os integrantes da família.

Ao consultar o sistema, a recepcionista disse ter identificado que os planos do casal estavam cancelados, mas o da filha permanecia ativo. Segundo ela, não constava um pedido de cancelamento desse contrato.

Durante a explicação, enquanto mostrava informações na tela do computador, a funcionária chamou a mulher de “princesa”. Disse à polícia que costuma usar a expressão ao conversar com outras mulheres.

Conforme a recepcionista, o homem interpretou a fala como falta de respeito, questionou a contratação dela e afirmou que aquele tipo de situação “se resolvia de outra forma”.

A funcionária relatou que o tom de voz elevado e a maneira como ele se dirigiu a ela provocaram medo, inclusive de que retornasse ao estabelecimento. Segundo o boletim, o gerente a orientou a registrar o episódio para viabilizar o acesso às imagens das câmeras de segurança.

A ocorrência foi registrada como ameaça, sem prisão em flagrante, e encaminhada à delegacia responsável pela área. A versão do ex-aluno não consta no documento apresentado.

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Idosa de 85 anos morre no Hospital de Base após internação por queda em casa

Paciente estava hospitalizada desde 26 de outubro; documentação médica aponta infecção e complicações durante a internação

Uma aposentada de 85 anos morreu às 12h22 de quarta-feira, 4 de novembro de 2026, no Hospital de Base de São José do Rio Preto. Ela estava internada desde 26 de outubro, após sofrer uma queda da própria altura em sua residência.

Segundo a documentação médica encaminhada à Polícia Civil, a paciente apresentou traumatismo cranioencefálico e permaneceu sob cuidados médicos intensivos.

Durante a internação, conforme o relato hospitalar reproduzido no boletim, a idosa desenvolveu um quadro infeccioso de foco urinário, que evoluiu para choque séptico e falência de múltiplos órgãos.

O documento aponta como causa principal da morte septicemia não especificada, associada à insuficiência renal aguda.

A comunicação à Polícia Civil ocorreu às 14h56 do mesmo dia. Foi expedida uma requisição ao Instituto Médico Legal para a realização dos exames pertinentes.

A ocorrência foi registrada como morte suspeita e morte acidental, com encaminhamento à delegacia responsável pela área. O boletim não apresenta o resultado do exame do IML nem detalha as circunstâncias da queda na residência.

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Homem de 79 anos morre após cirurgia no quadril no Hospital de Base de Rio Preto

Paciente sofreu parada cardiorrespiratória durante retirada do tubo respiratório; embolia pulmonar aparece como hipótese diagnóstica

Um homem de 79 anos morreu no Hospital de Base de São José do Rio Preto às 13h12 de quarta-feira, 4 de novembro de 2026, após passar por uma cirurgia ortopédica no quadril direito.

Segundo a documentação médica encaminhada à Polícia Civil, o paciente estava internado para um procedimento de revisão de artroplastia total, cirurgia relacionada à prótese da articulação.

Após a operação, durante a extubação – retirada do tubo utilizado para auxiliar a respiração -, ele apresentou uma parada cardiorrespiratória. A equipe iniciou manobras de ressuscitação e conseguiu restabelecer temporariamente a circulação.

Conforme o relato médico reproduzido no boletim, foi constatada a presença de um êmbolo. O paciente sofreu uma nova parada e não respondeu às medidas adotadas. A hipótese diagnóstica registrada foi embolia pulmonar.

O documento informa que o homem tinha antecedentes de cardiopatia, hipertensão arterial, diabetes e hipotireoidismo.

A morte foi comunicada à Polícia Civil por documentação enviada por e-mail. O boletim começou a ser elaborado às 15h26 do mesmo dia.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exames. A ocorrência foi registrada como morte suspeita e morte acidental, com encaminhamento à delegacia responsável pela área.

O documento apresentado não contém conclusão do IML nem aponta falha no atendimento médico.

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Incêndio destrói veiculo e compromete garagem de casa em Rio Preto

Vizinho relatou ter visto uma pessoa arremessar objeto ou substância em direção ao automóvel; ninguém ficou ferido

Um incêndio destruiu um veículo e causou danos à estrutura da garagem de uma casa no Jardim Nazareth, em São José do Rio Preto, na tarde de quarta-feira, 4 de novembro de 2026. Ninguém ficou ferido.

Segundo o boletim de ocorrência, o fogo foi registrado por volta das 15h20. Quando policiais militares chegaram ao endereço, equipes do Corpo de Bombeiros já atuavam no combate às chamas.

O veículo, um Toyota Hilux SW4, ficou completamente carbonizado. Conforme os policiais, as altas temperaturas provocaram desprendimento de reboco e comprometeram a garagem, com risco de queda de partes do teto.

O morador, um aposentado de 82 anos, não estava em casa quando o incêndio começou. Um de seus filhos estava no imóvel, mas também não presenciou o início das chamas. Os moradores foram alertados por vizinhos.

De acordo com o relato dos policiais, um vizinho afirmou ter visto uma pessoa nas proximidades do portão momentos antes do incêndio, aparentemente arremessando um objeto ou uma substância na direção do veículo.

Os agentes também informaram que foram obtidas imagens de duas pessoas e uma mulher passando perto do local com algum objeto ou produto nas mãos. O registro não estabelece que elas tenham provocado o fogo.

O morador levantou a hipótese de relação com uma situação familiar recente, mas o boletim não apresenta elementos que confirmem essa suspeita. A origem do incêndio e a eventual autoria permaneciam sem esclarecimento.

Os danos ficaram restritos ao veículo e à garagem, sem notícia de propagação relevante para imóveis vizinhos.

Segundo o documento, a perícia não seria realizada naquele mesmo dia devido às temperaturas ainda elevadas no ambiente. Os moradores foram orientados a preservar o local.

A ocorrência foi registrada como incêndio em casa habitada, com autoria desconhecida, e encaminhada à delegacia responsável pela área.

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Mulher relata agressão e ameaça após reclamar de cães soltos em Rio Preto

Discussão entre vizinhas ocorreu na tarde de quarta-feira; declarante afirma ter sido segurada pelo pescoço

Uma mulher de 31 anos procurou a Polícia Civil após relatar que foi agredida e ameaçada ao pedir que uma vizinha mantivesse seus cães dentro da propriedade. O episódio ocorreu na tarde de quarta-feira, 4 de novembro de 2026, na Estância Chácara Santa Inês, em São José do Rio Preto.

Segundo o boletim, a mulher afirmou que os animais permanecem frequentemente soltos na rua e já teriam atacado moradores, crianças e animais domésticos. Esses episódios anteriores foram mencionados em seu depoimento, sem confirmação independente no documento.

A declarante contou que estava parada com sua motocicleta perto da casa da vizinha quando a viu saindo de carro com a mãe. Nesse momento, perguntou se poderiam manter os cães contidos para evitar novos incidentes.

Ela explicou à polícia que tem surdez em um dos ouvidos, usava capacete e estava com a motocicleta ligada, assim como o automóvel. Como sua fala não teria sido compreendida, repetiu a pergunta em tom mais alto.

De acordo com sua versão, a vizinha avançou e a segurou pelo pescoço. A mulher disse ter tentado se defender e relatou arranhões nos braços e lesões no pescoço, cujos sinais apresentou durante o depoimento.

A discussão continuou. Segundo a declarante, ao retornar ao carro, a vizinha passou a fechar a porta repetidamente contra a motocicleta. A mulher admitiu ter empurrado a porta e, de forma que descreveu como involuntária, prensado a perna da outra envolvida.

Ela também relatou xingamentos e afirmou ter ouvido que “não sabia com quem estava mexendo”, além de referências a conhecidos que poderiam lhe causar problemas.

A declarante informou que verificaria a existência de imagens de uma câmera instalada nas proximidades.

O caso foi comunicado à polícia às 19h40 e registrado como lesão corporal, ameaça e omissão de cautela na guarda ou condução de animais, sem prisão em flagrante. A ocorrência foi encaminhada à delegacia responsável pela área. A versão da vizinha não consta no documento apresentado.

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dolescente é levada à delegacia após sair de loja com maquiagens sem pagar em Rio Preto

Jovem de 16 anos admitiu ter colocado produtos na bolsa; mercadorias foram recuperadas, e ela foi liberada à responsável

Uma adolescente de 16 anos foi levada à delegacia após ser abordada por funcionários de uma loja de cosméticos no Centro de São José do Rio Preto, na noite de quarta-feira, 4 de novembro de 2026. Segundo o boletim, ela saiu do estabelecimento com produtos de maquiagem que não haviam sido pagos.

A ocorrência aconteceu por volta das 19h, em um comércio na rua General Glicério. Conforme o relato do representante da loja, a equipe de monitoramento viu pelas câmeras a adolescente guardar mercadorias na bolsa.

Ainda segundo o estabelecimento, a jovem foi ao caixa, pagou por um único produto e saiu levando os demais. A segurança foi avisada e realizou a abordagem após sua saída.

A adolescente foi acompanhada até uma sala reservada, onde os produtos foram recuperados. A Polícia Militar foi acionada na sequência. De acordo com os funcionários, não houve tentativa de fuga ou resistência.

Ouvida na presença da irmã maior de idade, a jovem afirmou que comprou uma máscara de cabelo e colocou outros itens na bolsa, mas pagou apenas pelo produto capilar. Disse não saber explicar o motivo de sua conduta e afirmou ser a primeira vez que se envolvia em uma situação semelhante.

Ela também declarou que não foi ofendida nem maltratada durante a abordagem. A acompanhante informou que não estava ao seu lado quando os produtos foram colocados na bolsa e que não percebeu a ação.

As mercadorias permaneceram com o representante do estabelecimento. O boletim não informa o valor total dos itens.

A Polícia Civil registrou ato infracional análogo a furto simples e determinou a liberação da adolescente à responsável, considerando que o episódio não envolveu violência ou grave ameaça.

A entrega foi feita mediante compromisso de apresentação da jovem ao Ministério Público com atuação na área da infância e juventude.

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