
Polícia apura as circunstâncias da queda e as condições de segurança no canteiro, no Jardim Francisco Fernandes
Um pedreiro morreu após cair no poço destinado ao elevador de uma construção no Jardim Francisco Fernandes, em São José do Rio Preto, na manhã de terça-feira, 3 de novembro de 2026.
Policiais militares foram acionados para atender à ocorrência em uma obra na rua Maria Carolina Trevisan Fava. Ao chegarem, encontraram o trabalhador no fundo do vão, já sem sinais vitais. Equipes de resgate compareceram ao local, e um médico constatou a morte.
Segundo informações preliminares repassadas pelo encarregado da obra aos policiais, a vítima trabalhava na parte superior da edificação, acompanhada de outro funcionário.
Ainda conforme essa versão, o pedreiro caminhava de costas quando teria tropeçado em ferragens próximas ao poço do elevador, perdido o equilíbrio e caído. O trabalhador apontado como testemunha da queda não estava no local quando a polícia chegou e não foi ouvido naquele momento.
O boletim também registra que, ao serem questionados sobre equipamentos de proteção individual, o encarregado e o engenheiro responsável informaram que os trabalhadores não utilizavam equipamentos de segurança no momento do acidente.
A informação integra a apuração inicial. O documento não apresenta conclusão pericial sobre a dinâmica da queda ou eventual responsabilidade pela morte.
Uma equipe da perícia técnico-científica realizou os levantamentos no canteiro. Após os trabalhos, o corpo foi removido pelo serviço funerário.
O caso foi registrado provisoriamente como morte suspeita e morte acidental decorrente de acidente de trabalho. A Polícia Civil determinou o encaminhamento à unidade responsável pela área para aprofundar a apuração, incluindo as condições de segurança e o uso de equipamentos de proteção.
Frentista relata agressão de colega após discussão por comissões em Rio Preto
Trabalhador afirma que foi segurado pelo braço e empurrado diante de um cliente em posto da avenida Bady Bassitt
Um frentista de 31 anos procurou a Polícia Civil após relatar uma agressão cometida por um colega de trabalho em um posto de combustíveis na avenida Bady Bassitt, em São José do Rio Preto. Segundo o boletim de ocorrência, o episódio aconteceu às 15h10 de terça-feira, 3 de novembro de 2026.
À polícia, o trabalhador afirmou que houve um desentendimento relacionado a comissões de vendas. Durante a discussão, o colega teria segurado seu braço de forma agressiva e, em seguida, o empurrado.
De acordo com a vítima, a situação ocorreu diante de um cliente. O frentista disse ter se sentido constrangido e afirmou que o episódio prejudicou sua imagem profissional e a do estabelecimento.
O trabalhador também relatou que já havia sofrido ofensas e agressões do mesmo colega. Segundo sua declaração, esta seria a segunda ocorrência envolvendo condutas semelhantes. Ele afirmou que anteriormente optou por não tomar providências.
O registro foi feito às 15h51 do mesmo dia, como lesão corporal, sem prisão em flagrante. A ocorrência foi encaminhada à delegacia responsável pela área.
O documento não detalha eventuais ferimentos nem informa a realização de atendimento médico. A versão do colega apontado como autor da agressão não consta no relato apresentado.
Homem é preso após apreensão de espingarda e munições em duas casas de Rio Preto
Abordagem ocorreu na noite de 3 de novembro; registro foi concluído na madrugada seguinte, com fiança fixada em R$ 2 mil
Um homem de 26 anos foi preso em flagrante após policiais militares apreenderem munições e uma espingarda calibre 12 em dois imóveis de São José do Rio Preto. A ocorrência teve início às 23h30 de terça-feira, 3 de novembro de 2026, e foi registrada na madrugada de quarta-feira, dia 4.
Segundo o boletim, os policiais patrulhavam a região da Estância Santa Ana quando receberam informações de que o suspeito possuía uma arma de fogo em situação irregular.
A equipe o abordou em frente a uma residência. Conforme o relato policial, ele admitiu guardar munições no imóvel e autorizou a entrada dos agentes. Dentro de um guarda-roupa, foram encontrados quatro cartuchos intactos de calibre 12 e uma cápsula deflagrada de outro calibre.
Questionado sobre a arma, o homem teria indicado uma casa na Estância Santa Catarina, onde moraria um primo. Os policiais foram até o endereço acompanhados pelo suspeito.
Ainda segundo o registro, os moradores estavam ausentes, e o próprio abordado permitiu o acesso ao imóvel e indicou o cômodo onde a espingarda estava. A arma foi localizada entre um guarda-roupa e a parede de um quarto, sem marca aparente e sem numeração identificadora.
Os policiais afirmaram que o homem confirmou a posse da arma e das munições e colaborou durante a ocorrência. No interrogatório na delegacia, ele exerceu o direito de permanecer em silêncio.
A Polícia Civil formalizou a prisão em flagrante por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e fixou fiança de R$ 2 mil, condicionando a soltura ao pagamento.
O boletim, concluído às 5h02 de 4 de novembro, não confirma se a quantia foi paga nem se o investigado deixou a delegacia.
Proprietária relata sumiço de móveis e suspeita de ligação irregular de energia após fim de locação em Rio Preto
Mulher estima prejuízo de R$ 5.850 com objetos ausentes; vistoria da concessionária ainda estava pendente quando o boletim foi atualizado
Uma mulher de 37 anos procurou a Polícia Civil após constatar o desaparecimento de móveis e equipamentos de uma casa que havia alugado em São José do Rio Preto. Posteriormente, ela também relatou uma possível ligação irregular de energia elétrica no imóvel.
Segundo o boletim de ocorrência, a ausência dos objetos foi verificada durante uma vistoria de saída realizada em 28 de outubro de 2026. A comunicação à polícia ocorreu em 30 de outubro, e o registro recebeu um complemento na terça-feira, 3 de novembro.
A proprietária afirmou que a casa havia sido alugada em 2 de maio, por intermédio de uma imobiliária. Na ocasião, uma vistoria teria documentado os bens que estavam no imóvel.
Após a devolução, segundo ela, não foram encontrados dois guarda-roupas, um de casal e outro infantil, um aparelho de ar-condicionado de 12 mil BTUs, com seus componentes, e o controle do portão eletrônico. O prejuízo foi estimado em R$ 5.850.
No complemento ao boletim, a mulher relatou ter identificado um fio que faria uma ligação direta de energia a partir do poste, além de danos na caixa de energia e da retirada do lacre.
A proprietária disse ter procurado a CPFL e recebido orientação para não alterar a instalação até a realização de uma vistoria técnica, que já estaria agendada. O atendimento serviria para efetuar a religação e verificar a suposta irregularidade.
O documento não apresenta conclusão técnica sobre a instalação nem estabelece quem teria feito a ligação.
A ocorrência foi registrada como apropriação indébita e furto de energia, com encaminhamento à delegacia responsável pela área. A versão da ex-inquilina não consta nas páginas apresentadas.
Mulher admite trocar etiquetas de roupas, mas nega tentativa de obter vantagem em loja de Rio Preto
Estabelecimento afirma ter identificado a alteração antes do pagamento; polícia registrou o episódio como ocorrência não criminal
Uma mulher de 53 anos foi levada à delegacia após ser abordada por um funcionário de uma loja de roupas no Centro de São José do Rio Preto, na manhã de terça-feira, 3 de novembro de 2026. Ela admitiu ter trocado etiquetas de mercadorias, mas negou intenção de obter vantagem financeira.
Segundo o boletim, o episódio ocorreu por volta das 9h09 em um estabelecimento na rua Prudente de Moraes. A Polícia Militar foi acionada e conduziu a mulher à Central de Flagrantes.
O representante da loja afirmou que ela colocou etiquetas de menor valor em peças mais caras. A alteração teria sido percebida pelo sistema de segurança, que avisou o caixa antes da conclusão da compra. Conforme o relato, foi cobrado o preço correto, sem prejuízo financeiro naquele atendimento.
O funcionário também atribuiu à cliente duas ocorrências anteriores semelhantes. Ele afirmou, porém, que não sabia informar quais valores teriam sido trocados nem calcular eventuais perdas nessas ocasiões.
Em sua versão, a mulher disse que encontrou roupas do mesmo tamanho e modelo com preços diferentes e decidiu trocar as etiquetas para ajustar a cobrança ao valor que considerava correto.
Ela negou ter obtido vantagem nas visitas anteriores e reconheceu que deveria ter procurado os funcionários para esclarecer os preços.
Filmagens apresentadas pelo representante do estabelecimento foram anexadas ao boletim. A autoridade policial registrou o episódio como ocorrência não criminal porque, naquele momento, não foi possível verificar se as etiquetas trocadas correspondiam a valores menores ou iguais.
Não houve prisão em flagrante. O caso foi encaminhado ao distrito policial responsável pela área para avaliação das providências necessárias.
Motorista relata atropelamento e diz que pedestre recusou socorro em avenida de Rio Preto
Ocorrência aconteceu na noite de 3 de novembro; mulher atingida não havia sido identificada no registro policial
Uma motorista de 28 anos relatou à Polícia Civil ter atropelado uma mulher na avenida Domingos Falavina, no Jardim Mugnani, em São José do Rio Preto. O episódio ocorreu às 21h55 de terça-feira, 3 de novembro de 2026, e foi comunicado na madrugada de quarta-feira, dia 4.
Segundo a condutora, ela seguia no sentido bairro–shopping quando a pedestre, que estava no canteiro central, atingiu a lateral esquerda do carro, próxima ao lado do motorista. A dinâmica descrita no boletim corresponde à versão apresentada pela motorista.
A mulher afirmou que parou imediatamente, desembarcou e acionou o Samu. A pedestre teria permanecido caída por alguns instantes antes de tentar se levantar.
De acordo com o relato, havia várias pessoas no local. Um homem auxiliou a condutora e amarrou provisoriamente o retrovisor danificado com material obtido em um comércio próximo.
A motorista disse que a pedestre apresentava um ferimento no queixo e um pequeno sangramento na cabeça, mas recusou atendimento médico. Ainda segundo ela, também foi oferecido transporte até uma unidade de saúde, que não foi aceito.
Conforme o boletim, a mulher atravessou a avenida acompanhada de um homem e permaneceu sentada do outro lado da via. A condutora relatou que deixou o local e, posteriormente, telefonou para o serviço de emergência 190 para pedir orientações sobre o registro.
A ocorrência foi comunicada à polícia à 0h24 de 4 de novembro. A pedestre não havia sido identificada no documento, que também não apresenta avaliação médica ou sua versão sobre o atropelamento.
O caso foi registrado como atropelamento, de natureza não criminal, e encaminhado à delegacia responsável pela área.
Recém-casada denuncia exposição de documento e acusações contra casal nas redes em Rio Preto
Mulher atribui publicações à ex-companheira do marido; boletim foi registrado como difamação
Uma mulher de 33 anos procurou a Polícia Civil de São José do Rio Preto após relatar que teve uma fotografia e a imagem de seu documento de identidade divulgadas nas redes sociais. Segundo ela, as publicações também acusavam a própria mulher e o marido, de 36 anos, de aplicar golpes.
O boletim foi registrado na noite de terça-feira, 3 de novembro de 2026. A declarante afirmou que havia se casado cerca de uma semana antes e que as mensagens começaram depois que uma ex-companheira do marido tomou conhecimento do casamento.
Conforme o relato, a mulher apontada como responsável criou perfis no Instagram e no Facebook para divulgar as acusações e tentar entrar em contato. A declarante disse que ignorou as mensagens e bloqueou as contas.
Ainda segundo ela, após não obter resposta, a autora das publicações passou a expor sua fotografia e seu RG, além de enviar mensagens a familiares, amigos e outras pessoas do convívio do casal.
A declarante contou que o marido havia mantido um relacionamento com a mulher aproximadamente três anos antes. Segundo informações que disse ter recebido dele, os dois faziam apostas pela internet e emprestavam dinheiro um ao outro naquele período.
O boletim não apresenta elementos que comprovem as acusações de golpes nem esclarece eventual pendência financeira entre os antigos parceiros.
A mulher afirmou que nunca manteve contato pessoal ou virtual com a ex-companheira do marido. Disse sentir medo e insegurança com a exposição, mas esclareceu que não recebeu ameaças diretas.
A ocorrência foi registrada como difamação e encaminhada à delegacia responsável pela área. A versão da mulher apontada como autora das publicações não consta no documento apresentado.
Motorista foge de abordagem e para em estrada esburacada em Rio Preto, diz GCM
Teste do bafômetro apontou 1,43 mg de álcool por litro de ar expelido; homem foi levado à delegacia na noite de terça-feira
Um motorista de 56 anos foi levado à delegacia após, segundo a Guarda Civil Municipal, dirigir em zigue-zague e fugir de uma abordagem em São José do Rio Preto. A ocorrência aconteceu na noite de terça-feira, 3 de novembro de 2026, e terminou depois que a caminhonete entrou em uma estrada de terra com buracos.
De acordo com o boletim de ocorrência, guardas patrulhavam as proximidades do bairro São Deocleciano quando foram procurados por um motociclista. Ele informou que o condutor de uma caminhonete aparentava estar embriagado.
A equipe passou a acompanhar o veículo. Segundo os agentes, ao emparelharem a viatura para determinar a parada, perceberam que o motorista fazia movimentos em zigue-zague. O homem teria desobedecido à ordem e acelerado.
O acompanhamento seguiu pela avenida Jornalista Roberto Marinho até uma estrada de terra. Conforme os guardas, as condições da via, com diversos buracos, fizeram a caminhonete parar perto da entrada de uma chácara com campo de futebol, onde havia pessoas praticando esporte.
O motorista e um passageiro obedeceram à ordem para desembarcar. Segundo a GCM, ambos apresentavam dificuldade de equilíbrio e fala desconexa.
Como a viatura não tinha etilômetro, foi solicitado apoio de outra equipe. O teste realizado no condutor apontou 1,43 miligrama de álcool por litro de ar alveolar expelido, conforme o registro policial.
A documentação do veículo estava regular. A esposa do motorista compareceu ao local e, após a conferência de sua habilitação, recebeu a caminhonete. O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes.
O boletim aponta o horário da ocorrência como 21h11 de 3 de novembro. A comunicação foi feita às 22h29, e o documento foi concluído às 3h15 de quarta-feira, dia 4.
O caso foi registrado como embriaguez ao volante e encaminhado à delegacia responsável pela área. Apesar da condução à central, o documento informa que não houve prisão em flagrante. A versão do motorista não consta no histórico apresentado.
Idoso perde R$ 15 mil após contato de falso funcionário de banco em Rio Preto
Vítima afirma que forneceu dados de acesso ao acreditar que estava protegendo a conta; caso foi registrado quatro dias depois
Um homem de 78 anos relatou à Polícia Civil ter perdido R$ 15 mil após receber uma mensagem de uma pessoa que se apresentou como funcionário do Banco do Brasil. O contato ocorreu em 30 de outubro de 2026, em São José do Rio Preto. O boletim de ocorrência foi registrado na terça-feira, 3 de novembro.
Segundo o relato, o interlocutor entrou em contato pelo WhatsApp e afirmou que terceiros tentavam acessar a conta bancária do idoso. Para impedir as supostas movimentações, seria necessário realizar procedimentos imediatos de segurança.
A vítima disse que recebeu o contato pela manhã, quando ainda estava em repouso. O homem afirmou que o desconhecido demonstrava conhecer informações relacionadas à conta e insistia na urgência das medidas, o que deu credibilidade à abordagem.
Ao acreditar que conversava com um representante do banco, o idoso forneceu dados solicitados, incluindo informações de autenticação e acesso. Depois, identificou uma transferência via Pix de R$ 15 mil que afirma não ter autorizado.
De acordo com o boletim, a vítima procurou a instituição financeira para contestar a operação. O banco teria iniciado uma análise interna e informado prazo aproximado de 15 a 20 dias para apresentar um posicionamento sobre o caso e a eventual recuperação do dinheiro.
O idoso também relatou problemas no funcionamento do celular após o episódio. Segundo ele, foi necessário restaurar o aparelho, e parte das conversas deixou de estar disponível. O registro não esclarece a causa desses problemas.
A ocorrência foi registrada como estelionato, com autoria desconhecida, e encaminhada à delegacia responsável pela área. Não há informação no documento sobre recuperação dos valores.
