Três são presos sob suspeita de furtar ar-condicionado de academia em Rio Preto

Rodrigo Lima
Caso foi registrado na Central de Flagrantes de Rio Preto/Rodrigo Lima 3/4/2026

Seguranças disseram ter surpreendido homens desmontando equipamento durante a madrugada; outros dois teriam fugido

Três homens foram presos em flagrante sob suspeita de furto qualificado em uma academia na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, no Jardim Planalto, em São José do Rio Preto, na madrugada desta sexta-feira (30). Segundo os responsáveis pela segurança, os suspeitos foram encontrados mexendo em um aparelho de ar-condicionado do estabelecimento.

De acordo com o boletim de ocorrência, dois homens foram vistos entrando na academia e iniciando a desmontagem do equipamento. Os seguranças disseram que os abordaram, utilizaram algemas para contê-los e os mantiveram sob vigilância nas proximidades de uma carreta.

Um terceiro homem teria entrado no local posteriormente e também mexido no aparelho. Ele foi contido pelos seguranças. Um dos relatos menciona uma tentativa de corrida durante a abordagem.

As testemunhas apresentaram versões diferentes sobre os horários. Um segurança situou a entrada do terceiro suspeito por volta de 1h. O outro afirmou que os dois primeiros foram abordados por volta de 0h40 e que o terceiro foi localizado algumas horas depois, após tentar se esconder atrás de uma lona nos fundos do estabelecimento.

Esse segundo segurança também relatou a presença de outros dois homens, que teriam conseguido fugir.

A Polícia Militar foi acionada por volta das 6h, após contato com o responsável pela academia. O registro relaciona a apreensão de quatro facas de cozinha, um alicate e uma chave.

A Polícia Civil autuou os três por suspeita de furto qualificado, considerando os indícios de atuação conjunta e de rompimento de obstáculo. Conforme o boletim, eles permaneceram à disposição da Justiça, aguardando audiência de custódia.


Motorista bate em poste, faz teste positivo para álcool e é liberado em Rio Preto

Homem de 27 anos afirmou ter adormecido ao volante; delegado decidiu aguardar resultado de exame de sangue

Um motorista de 27 anos foi levado à delegacia após bater uma caminhonete contra um poste de sinalização na avenida Murchid Homsi, na Vila Cristina, em São José do Rio Preto, por volta de 1h30 desta sexta-feira (30). O teste do bafômetro apontou presença de álcool, mas ele foi liberado após prestar esclarecimentos e fornecer uma amostra de sangue para perícia.

Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares acionados para atender ao acidente encontraram o condutor com odor de bebida alcoólica e olhos avermelhados. Questionado, ele teria admitido que havia consumido álcool com amigos antes de dirigir.

O motorista aceitou realizar o teste do bafômetro. O exame, feito às 2h01, registrou 0,59 miligrama de álcool por litro de ar expirado.

Na delegacia, o homem confirmou que havia bebido e declarou ter adormecido enquanto voltava para casa, provocando a colisão. Conforme seu relato, o acidente causou apenas danos materiais.

Ele também concordou em fornecer uma amostra de sangue e foi encaminhado à UPA Tangará para a coleta. O material será submetido a exame de dosagem alcoólica.

No despacho, o delegado apontou indícios de embriaguez ao volante, mas decidiu aguardar o resultado da análise sanguínea, solicitada como contraprova, antes de deliberar sobre o prosseguimento da apuração. Ao término dos procedimentos, o motorista foi liberado.

A caminhonete foi recolhida administrativamente porque estava com a documentação atrasada. O condutor tinha habilitação regular, segundo o registro.


Falsa gerente orienta atualização bancária e empresário relata perda de R$ 76 mil em Rio Preto

Cinco transferências via Pix atingiram contas de duas empresas; vítima descobriu a fraude ao procurar seu gerente habitual

Um empresário de 46 anos relatou à Polícia Civil de São José do Rio Preto um prejuízo de R$ 75.999,97 após receber uma ligação de uma mulher que se apresentou como sua nova gerente bancária. O contato ocorreu na quinta-feira (29), por volta das 15h30. A ocorrência foi registrada no mesmo dia, às 17h53.

Segundo o boletim, a interlocutora afirmou que seria necessário atualizar o acesso empresarial da vítima para uma modalidade digital. O conhecimento demonstrado durante a conversa e a presença do logotipo do banco na fotografia do perfil utilizado contribuíram para que o empresário acreditasse na abordagem.

A mulher orientou o acesso ao sistema bancário, a realização de procedimentos de validação e a leitura de QR Codes. Também pediu o envio dos comprovantes das operações. O empresário afirmou ter seguido as instruções por acreditar que se tratava de uma atualização legítima.

Depois de encerrar a conversa, ele procurou seu gerente habitual, que informou não ter sido substituído e alertou sobre o golpe. Nesse momento, a vítima percebeu que havia perdido o acesso regular às contas e precisou gerar um novo acesso para consultar as movimentações.

Foram identificadas cinco transferências via Pix que o empresário afirma não ter autorizado, realizadas entre 15h46 e 15h56. Duas eram de R$ 8 mil e três de R$ 19.999,99. Os valores saíram de contas de duas empresas.

A vítima informou ter contestado as operações junto à instituição financeira e recebido orientação para apresentar uma declaração descrevendo os fatos, destinada à análise de eventual ressarcimento.

O caso foi registrado como estelionato, com autoria desconhecida. As páginas apresentadas do boletim não informam se houve recuperação do dinheiro.


Adolescente é apreendido com crack em praça no centro de Rio Preto

Polícia encontrou porção de 16,5 gramas e R$ 94; jovem permaneceu em silêncio ao ser ouvido no plantão

Um adolescente de 16 anos foi apreendido sob suspeita de tráfico de drogas na Praça Paul Harris, no centro de São José do Rio Preto, na quinta-feira (29), por volta das 16h.

Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares receberam informações do monitoramento da companhia sobre a possível comercialização de entorpecentes por um adolescente no local. A equipe foi à praça e abordou o jovem indicado.

Durante a revista, os agentes afirmaram ter encontrado no bolso da calça uma porção de aproximadamente 16,5 gramas de substância semelhante a crack, além de R$ 94 em notas diversas. O exame preliminar apontou resultado positivo para cocaína na forma de crack.

De acordo com os policiais, o adolescente teria admitido informalmente que vendia drogas naquele ponto. No plantão, ao ser ouvido na presença de uma responsável, exerceu o direito de permanecer em silêncio.

Os familiares foram comunicados sobre a apreensão e compareceram à unidade policial. A droga e o dinheiro foram recolhidos.

A autoridade policial formalizou a apreensão em flagrante por ato infracional análogo ao tráfico de drogas e apresentou pedido de apreensão provisória. O boletim não informa uma decisão judicial sobre esse pedido.


Jovem e adolescente são levadas à delegacia por suspeita de tentativa de furto em perfumaria

Dois pares de chinelos, avaliados em cerca de R$ 90, foram recuperados; polícia não formalizou prisão em flagrante

Uma jovem de 19 anos e uma adolescente de 16 foram conduzidas à delegacia após serem abordadas por funcionários de uma perfumaria sob suspeita de tentar furtar dois pares de chinelos, no centro de São José do Rio Preto. A ocorrência aconteceu na quinta-feira (29), por volta das 15h27, na rua General Glicério.

Segundo o boletim, as duas estavam acompanhadas de uma criança em um carrinho de bebê. Funcionários responsáveis pela fiscalização relataram que a jovem colocou um dos pares nos pés, enquanto a adolescente guardou o outro no carrinho.

Ainda conforme os trabalhadores, elas pagaram por outras mercadorias, mas não apresentaram os chinelos no caixa. A abordagem ocorreu depois que ultrapassaram a linha dos caixas e deixaram o estabelecimento. Os produtos, avaliados em aproximadamente R$ 90, foram recuperados.

Em depoimento, a adolescente confirmou que colocou um par no carrinho e que o item não foi pago. Disse que faziam compras para uma festa e admitiu não ter dinheiro suficiente para adquirir os objetos.

A jovem também confirmou ter colocado os chinelos nos pés. Afirmou que a decisão ocorreu espontaneamente durante as compras e que, depois da abordagem, cogitou pagar pelos produtos, mas os funcionários já haviam chamado a polícia.

Na delegacia, foi encontrada no calçado da adolescente uma porção de substância semelhante a maconha, com peso bruto aproximado de 7,2 gramas. Ela declarou que o material lhe pertencia e era destinado ao consumo pessoal. A jovem negou envolvimento com a substância.

Ao analisar o caso, o delegado destacou o baixo valor das mercadorias e sua recuperação imediata, apontando a possibilidade de avaliação do princípio da insignificância pelo Ministério Público.

O despacho também registrou que os elementos reunidos não demonstravam suficientemente uma combinação prévia entre as duas nem que a adulta tivesse induzido a adolescente à prática. Não foi formalizada prisão em flagrante, e a adolescente foi entregue à responsável legal.

Fotografias dos produtos, da substância e do cupom fiscal, além das imagens de monitoramento da loja, foram anexadas ao procedimento. A ocorrência foi encaminhada à delegacia responsável pela área para apuração.


Proprietário denuncia suspeita de ligação clandestina de energia em imóvel alugado em Rio Preto

Homem afirma ter encontrado instalação irregular após corte no fornecimento; polícia determinou perícia para verificar o caso

O proprietário de uma casa alugada em São José do Rio Preto procurou a Polícia Civil após identificar uma possível ligação clandestina de energia no imóvel. Segundo o boletim de ocorrência, a irregularidade foi observada na segunda-feira (26), por volta das 9h. O caso foi registrado na quinta-feira (29).

O homem relatou que a conta de energia permanecia em seu nome, embora a residência estivesse alugada desde julho de 2025. Ao ser contatado pela concessionária, soube da existência de aproximadamente cinco meses de débitos.

Depois da suspensão do fornecimento, ele foi ao endereço e afirmou ter encontrado fios ligados diretamente à rede elétrica, com utilização de fita isolante. Na avaliação do proprietário, a instalação permitiria o consumo sem passar pela medição.

O declarante apresentou fotografias à polícia e disse ter solicitado o desligamento total da unidade consumidora. Segundo seu relato, a concessionária informou que realizaria procedimentos técnicos, incluindo a retirada do medidor e o encerramento da conta.

O proprietário afirmou não saber quem fez a ligação. O boletim não apresenta conclusão sobre eventual responsabilidade dos moradores.

A ocorrência foi registrada como furto e encaminhada à delegacia responsável pela região. A autoridade policial determinou o acionamento da perícia para verificar possíveis irregularidades no sistema de medição e fornecimento de energia.


Professor paga por 100 mil seguidores e denuncia golpe após promessa não ser cumprida

Oferta encontrada no Instagram custava R$ 39,90; vítima afirma que anunciante deixou de responder depois do Pix

Um professor de 50 anos registrou uma ocorrência por estelionato em São José do Rio Preto após pagar R$ 39,90 por um pacote de 100 mil seguidores e não receber o serviço. A negociação aconteceu no domingo (25), e o caso foi comunicado à Polícia Civil na quinta-feira (29).

Segundo o boletim, o homem encontrou no Instagram um anúncio de venda de seguidores para redes sociais. Interessado em ampliar o alcance de uma página ligada à sua atividade profissional, entrou em contato com o anunciante pelo WhatsApp.

Durante a conversa, uma pessoa que se apresentou como representante de uma empresa ofereceu o pacote. O professor aceitou e fez um Pix às 17h24 de domingo.

Após a confirmação do pagamento, porém, não houve o aumento de seguidores prometido. A vítima relatou que tentou retomar o contato, mas deixou de receber respostas.

Ao pesquisar o perfil anunciante, encontrou comentários de outras pessoas que alertavam sobre um possível golpe e recomendavam que novos pagamentos não fossem feitos.

O professor afirmou ter contestado a transferência junto ao banco. Segundo seu relato, foi informado de que a conta destinatária não tinha saldo disponível para uma eventual devolução.

O comprovante do pagamento foi apresentado à polícia. A ocorrência, de autoria desconhecida, foi encaminhada à delegacia responsável pela área.


Enfermeira desconfia de falso advogado e evita golpe com promessa de R$ 17 mil

Contato usou documentos de processo para pedir dados bancários; vítima confirmou fraude com seu representante e não teve prejuízo

Uma enfermeira de 49 anos relatou à Polícia Civil de São José do Rio Preto uma tentativa de golpe em que uma pessoa se passou por seu advogado e anunciou a liberação de R$ 17 mil de uma ação judicial. As mensagens foram recebidas em 21 de outubro, por volta das 17h29. O boletim foi registrado na quinta-feira (29).

Segundo a vítima, o interlocutor utilizou o WhatsApp para afirmar que ela havia vencido um processo contra uma instituição financeira. Para dar credibilidade à abordagem, enviou documentos e informações relacionados à ação.

Durante a conversa, pediu dados bancários sob a justificativa de viabilizar o depósito. Desconfiada, a enfermeira questionou a necessidade das informações e perguntou, propositalmente, se também deveria fornecer a senha da conta. Após isso, o contato parou de responder.

A mulher procurou seu verdadeiro advogado, que negou ter feito as ligações ou enviado as mensagens. Ela afirmou que não forneceu dados bancários nem transferiu dinheiro e, por isso, não sofreu prejuízo financeiro.

O acesso do interlocutor a documentos do processo também motivou preocupação. Conforme o relato registrado, uma consulta ao sistema judicial identificou acessos aos autos vinculados ao cadastro de outro advogado. Outros clientes teriam recebido abordagens semelhantes.

Ainda segundo o boletim, esse profissional, ao ser contatado, afirmou também ser vítima de fraude. Disse ter registrado uma ocorrência, apresentado reclamação à Ordem dos Advogados do Brasil e comunicado uma tentativa de alteração indevida de seu cadastro profissional. O documento não estabelece responsabilidade dele pelas mensagens.

O caso foi registrado como tentativa de estelionato por meio eletrônico. As conversas poderão auxiliar na apuração da autoria e da forma de obtenção dos dados.


Adolescente é levado à delegacia após apreensão de suspeitas de drogas perto de terminal em Rio Preto

Jovem de 15 anos afirmou ter encontrado sacola na rua e contestou origem de parte do material; ele foi liberado à mãe

Um adolescente de 15 anos foi conduzido ao plantão policial após uma abordagem nas proximidades de um terminal de ônibus, na avenida Duque de Caxias, em São José do Rio Preto, na quinta-feira (29), por volta das 13h40. A ocorrência envolveu a apreensão de substâncias semelhantes a cocaína e maconha.

Segundo os policiais militares, a equipe patrulhava a área dos fundos do terminal quando encontrou um grupo de adolescentes. Um deles teria demonstrado nervosismo ao perceber a presença dos agentes e foi abordado.

Nada ilícito foi encontrado na revista pessoal. Na mochila, porém, os policiais afirmaram ter localizado uma sacola com oito tubos contendo pó branco, com peso registrado de 11,29 gramas, e três porções de material semelhante a maconha, que somavam 9,79 gramas.

Ouvido na presença da mãe, o adolescente apresentou uma versão diferente. Disse que havia saído da escola e seguia para um ponto de ônibus quando encontrou uma sacola caída na rua. Após verificar parcialmente o conteúdo, colocou-a na mochila e pretendia entregá-la a outro adolescente conhecido.

Ele negou envolvimento com o tráfico e afirmou que apenas o material semelhante a cocaína estava na sacola que encontrou. Segundo sua versão, as três porções semelhantes a maconha teriam sido localizadas com outro adolescente abordado e liberado no local.

A Polícia Civil determinou a apreensão das substâncias e a realização de exame pericial. O caso foi registrado como possível ato infracional análogo ao tráfico de drogas.

Após ouvir os envolvidos, a autoridade policial decidiu liberar o adolescente à mãe, mediante termo de compromisso de apresentação ao Ministério Público. No despacho, considerou a ausência de violência ou grave ameaça e de outras circunstâncias concretas que justificassem sua manutenção sob custódia.

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