VEJA VÍDEO – Polícia Civil prende segundo suspeito e esclarece latrocínio de motorista de aplicativo em Rio Preto

Rodrigo Lima

A Polícia Civil prendeu nesta terça-feira (7) o segundo suspeito de participação no latrocínio – roubo seguido de morte – do motorista de aplicativo W.S.N.T., de São José do Rio Preto. Com a prisão, a corporação considera esclarecido o crime, ocorrido em 11 de junho e que provocou forte repercussão na cidade.

A investigação foi conduzida pela 3ª Delegacia de Investigações de Homicídios (DH), da DEIC/DEINTER-5. Segundo a polícia, a identificação dos envolvidos ocorreu a partir da análise de imagens de câmeras de monitoramento, cruzamento de informações, levantamentos de inteligência e diligências de campo.

A vítima foi encontrada morta no interior do próprio veículo, um BYD Dolphin, após o automóvel colidir contra um poste de iluminação pública no bairro Cidade Alta. Desde o início das investigações, a principal linha de apuração apontava para um caso de latrocínio.

Poucas horas após o crime, um adolescente identificado pelas iniciais M.A.C.N., conhecido como “Matheuzinho”, foi apreendido em uma ação conjunta da Delegacia de Homicídios e da Força Tática da Polícia Militar.

As investigações prosseguiram para localizar o segundo suspeito, identificado como D.S.D.C., conhecido pelo apelido de “Fou”. Conforme a Polícia Civil, ele havia deixado a cidade após o crime para tentar evitar a responsabilização.

Com base nas provas reunidas durante o inquérito, a Delegacia de Homicídios representou pela prisão temporária do investigado, medida autorizada pela Justiça. Após dias de monitoramento e diligências, ele foi localizado e preso nesta terça-feira.

Com a apreensão do adolescente e a prisão do suspeito adulto, a Polícia Civil afirma ter concluído a identificação e a captura de todos os envolvidos no latrocínio.

Apesar da elucidação do caso, o inquérito permanece em andamento. Os investigadores ainda buscam esclarecer a motivação do crime, localizar a arma de fogo utilizada e reunir os últimos elementos probatórios que subsidiarão a conclusão da investigação e o oferecimento das medidas judiciais cabíveis.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que a rápida resolução do caso é resultado do trabalho de inteligência, da análise técnica das provas e da atuação integrada das equipes da Delegacia de Homicídios. Segundo a corporação, a investigação foi concluída em menos de um mês após o crime.

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