
A vida de uma família que passava por Rio Preto mudou em questão de minutos. O que era apenas uma parada na viagem se transformou em um momento de pânico quando um bebê de apenas 1 ano se engasgou com leite no Terminal Rodoviário na sexta-feira, 8.
O destino colocou no caminho daquela mãe aflita os guardas civis municipais que, em patrulhamento pela Praça Dom José Marcondes, foram alertados por um homem. Em segundos, eles estavam na escadaria do terminal, prontos para agir. Com treinamento e sangue frio, iniciaram as manobras de primeiros socorros, mantendo a criança consciente e estável até garantir que receberia atendimento médico.
A decisão foi rápida: levar o bebê ao Hospital da Criança e Maternidade (HCM) na própria viatura da GCM. A poucos quarteirões dali, o encontro com a equipe do SAMU foi providencial. A transferência foi feita de forma ágil, com total entrosamento entre os serviços. Enquanto os socorristas assumiam o cuidado da criança, a viatura da GCM levava a mãe e o irmão mais velho, abrindo caminho pelo trânsito para acelerar a chegada ao hospital.
Graças à ação coordenada e precisa das duas equipes, o bebê foi estabilizado e segue em recuperação. A família, que viajava de Teresina (PI) para reencontrar o pai em Tupi Paulista (SP), levará de Rio Preto muito mais do que uma lembrança da cidade: a certeza de que aqui, a vida é prioridade.
GCM e SAMU mostraram, mais uma vez, que segurança e saúde se encontram em um ponto em comum: o compromisso inabalável de proteger e salvar vidas.
