
O presidente Lula (PT) registra 47% das intenções de voto e o senador Flávio Bolsonaro (PL), 45%, em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24). Os dois estão tecnicamente empatados, considerada a margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
No levantamento de 17 de setembro, o petista tinha 46%, e o senador, 44%. Ambos oscilaram um ponto para cima, sem alteração na distância entre eles.
As respostas em branco, nulo ou nenhum dos dois passaram de 8% para 7%. A parcela de indecisos permaneceu em 1%.
Na espontânea de primeiro turno, modalidade em que os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, Lula passou de 35% para 36%, enquanto Flávio foi de 26% para 27%. A vantagem do presidente continuou em nove pontos percentuais.
O percentual de eleitores que não souberam indicar um nome recuou de 21% para 18%. Os que responderam branco, nulo ou nenhum passaram de 6% para 5%.
Jair Bolsonaro (PL) foi lembrado por 4% dos entrevistados. Augusto Cury (Avante) manteve 3%, e Ronaldo Caiado (PSD), 2%. Renan Santos (Missão) passou de 1% para 2%, enquanto Romeu Zema (Novo) oscilou de 1% para 0%. Outras respostas somaram 2%, mesmo índice anterior.
Lula e Flávio também aparecem empatados numericamente na rejeição, com 45% cada. Ambos tinham 47% na rodada anterior e oscilaram dentro da margem de erro. O indicador corresponde aos candidatos em quem os entrevistados afirmam não votar de jeito nenhum no primeiro turno.
Renan Santos permaneceu com 15% de rejeição, seguido por Zema, com 14%, e Caiado, com 13%, todos sem mudança.
Rui Costa Pimenta (PCO) passou de 11% para 9%, e Samara Martins (UP), de 10% para 9%. Cury oscilou de 9% para 8%, enquanto Edmilson Costa (PCB) foi de 10% para 8%.
Hertz Dias (PSTU) e Clariana Barão (DC) mantiveram 7%. Leonardo Avalanche (PRTB), incluído nesta rodada, registrou o mesmo percentual. Wilson Grassi (Democrata) passou de 6% para 5%.
Os que não rejeitam nenhum nome ou votariam em qualquer candidato continuaram em 2%. A rejeição a todos passou de 2% para 1%, enquanto a parcela que não soube responder foi de 2% para 3%.
Foram entrevistadas 2.002 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de setembro. O nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00304/2026.
