
Polícia Militar encontrou droga e R$ 45 durante abordagem no bairro Ouro Verde; delegado pediu internação provisória do jovem
Um adolescente de 17 anos foi apreendido por suspeita de ato infracional análogo ao tráfico de drogas na tarde de sexta-feira (16), no bairro Ouro Verde, em São José do Rio Preto. Com ele, a Polícia Militar apreendeu uma pedra de crack de 20,3 gramas e R$ 45 em dinheiro.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares realizavam patrulhamento de motocicleta pela rua Caetano Elzo Rogério, por volta das 15h, quando observaram o adolescente e sua namorada em uma caminhonete.
Ao perceber a aproximação dos policiais, o jovem teria arremessado um objeto para dentro de sua residência e chamado pela mãe.
Durante a abordagem, os militares encontraram R$ 45 em dinheiro trocado com o adolescente. A pedido dos policiais, familiares recolheram o objeto arremessado, que estava no interior do imóvel, e o entregaram à equipe.
Dentro da sacola havia uma pedra de substância semelhante a crack, posteriormente apreendida para análise pericial.
Questionado pelos policiais, o adolescente afirmou que a droga seria destinada ao próprio consumo e que o dinheiro encontrado pertencia a ele.
A namorada, de 23 anos, apresentou outra versão. Segundo o registro, ela declarou que o jovem havia adquirido a droga naquele mesmo dia, por volta do meio-dia, com a intenção de revendê-la.
A mulher também afirmou ter conhecimento de envolvimento anterior do adolescente com o tráfico, embora tenha dito que não o viu comprando a substância.
O jovem foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde permaneceu em silêncio durante a oitiva formal, acompanhado do avô, responsável por sua guarda.
A Polícia Civil registrou o caso como ato infracional análogo ao tráfico de drogas.
Ao analisar a ocorrência, o delegado considerou a quantidade da substância, o dinheiro apreendido, as circunstâncias da abordagem e o relato da testemunha. O documento também menciona uma apreensão anterior do adolescente por ato infracional análogo ao crime de roubo.
Diante desses elementos, a autoridade policial decidiu não liberá-lo aos responsáveis e representou à Justiça pela internação provisória por até 45 dias.
O adolescente foi encaminhado à Fundação Casa de São José do Rio Preto. A decisão sobre a internação cabe ao Poder Judiciário.
Cliente agride funcionário de distribuidora de gás após discussão sobre horário de atendimento em Rio Preto
Vendedor relata ter sido atingido por socos e ter batido a cabeça em caminhão; agressor fugiu antes da chegada da polícia
Um funcionário de uma distribuidora de gás relatou ter sido agredido por um cliente após uma discussão sobre o horário de atendimento do estabelecimento, na noite de quinta-feira (15), no Jardim Planalto, em São José do Rio Preto.
O caso ocorreu por volta das 21h, em uma empresa localizada na avenida Alfredo Antônio de Oliveira, e foi registrado como lesão corporal na Polícia Civil.
Segundo o boletim de ocorrência, o funcionário estava próximo do encerramento do expediente quando um cliente chegou ao estabelecimento para comprar um botijão de gás.
O vendedor informou que o sistema e a máquina de pagamento já haviam sido desligados por causa do fechamento da empresa.
O cliente teria demonstrado insatisfação e questionado o horário de funcionamento, afirmando que não estava sendo atendido.
Para tentar resolver a situação, o funcionário decidiu verificar se ainda seria possível concluir a venda. Ele levou a máquina de pagamento até o cliente e, após a aprovação da transação, foi buscar o botijão.
De acordo com o relato da vítima, o comprador continuou a fazer críticas, dizendo que o funcionário estaria fazendo “gracinha” e não queria trabalhar.
A discussão se intensificou e, segundo o vendedor, o homem passou a adotar uma postura agressiva.
Enquanto o funcionário caminhava para buscar o botijão, o cliente teria avançado contra ele e desferido diversos golpes.
Com as agressões, a vítima caiu para trás e bateu as costas e o ombro contra um caminhão estacionado no estabelecimento, além de atingir a cabeça.
O funcionário afirmou que ficou com tontura intensa, desorientação e dificuldade para reagir.
Após o episódio, ele avisou que acionaria a polícia. O agressor, então, colocou o recipiente de gás vazio em seu veículo e deixou o local.
A vítima não conseguiu anotar a placa do automóvel nem identificar o cliente.
O trabalhador procurou atendimento médico na UPA Norte, onde recebeu cuidados por lesões na região do olho e dores no ombro e no braço.
A Polícia Civil requisitou exame de corpo de delito ao Instituto Médico Legal (IML) e orientou a vítima a apresentar imagens das câmeras de segurança e comprovantes da transação bancária para auxiliar na identificação do suspeito.
O caso foi encaminhado ao 4º Distrito Policial de Rio Preto. Até o registro da ocorrência, o autor não havia sido identificado.
Suspeito de tráfico é liberado após polícia não encontrar drogas durante abordagem em Rio Preto
Homem foi levado à delegacia com R$ 502,25; delegado determinou a liberação por falta de provas suficientes para prisão em flagrante
Um homem de 24 anos, investigado por suspeita de tráfico de drogas na região central de São José do Rio Preto, foi liberado após ser conduzido à Central de Flagrantes na tarde de sexta-feira (16).
A abordagem ocorreu por volta das 15h23, no Terminal Urbano, na rua Bernardino de Campos.
Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares realizavam patrulhamento e monitoramento na região central após receberem informações sobre a possível comercialização de entorpecentes nas proximidades da Praça Paul Harris, perto da linha férrea.
Com base nas características repassadas, os policiais localizaram o homem no interior do Terminal Urbano, momentos antes de ele embarcar em um ônibus.
Durante a revista, encontraram R$ 502,25 em dinheiro, mas nenhuma substância entorpecente.
De acordo com o relato dos militares, o abordado teria afirmado informalmente que o dinheiro era proveniente da venda de drogas.
Na delegacia, porém, o homem negou praticar tráfico.
Ele declarou que havia comprado maconha para consumo próprio e que parte do dinheiro encontrado era proveniente de trabalhos eventuais como servente e de valores trazidos de sua residência.
O investigado admitiu ter repassado pequenas quantidades remanescentes da droga a outras pessoas em determinadas ocasiões, mediante pagamento, mas negou exercer atividade de tráfico.
Os policiais também informaram possuir registros audiovisuais que poderiam indicar a comercialização de entorpecentes nas proximidades da linha férrea.
Ao analisar o caso, o delegado entendeu que não havia elementos suficientes para confirmar a materialidade do crime naquele momento.
A autoridade policial destacou que nenhuma droga foi apreendida e que os vídeos mencionados pelos militares ainda não haviam sido apresentados e analisados formalmente.
Também considerou que a posse de dinheiro em espécie, isoladamente, não comprova a prática de tráfico.
Diante disso, o delegado deixou de ratificar a prisão em flagrante e determinou a liberação do investigado.
Os R$ 502,25 permaneceram apreendidos para eventual utilização nas investigações.
O caso foi encaminhado à delegacia responsável pela região central, que deverá analisar os registros apresentados e prosseguir com a apuração.
A liberação não representa o encerramento da investigação nem uma conclusão definitiva sobre a suspeita.
Casal denuncia prejuízo de cerca de R$ 7 mil após promessa de indenização de R$ 39 mil em Rio Preto
Golpista teria se apresentado como advogado e exigido pagamentos para liberar dinheiro de suposto processo judicial
Um casal procurou a Polícia Civil de São José do Rio Preto após relatar um possível golpe envolvendo a promessa de pagamento de uma indenização relacionada a um acidente.
O caso ocorreu na tarde de sexta-feira (16), no Parque Residencial da Solidariedade.
Segundo o boletim de ocorrência, o homem recebeu contato de uma pessoa que se apresentou como advogado e afirmou que havia sido liberada uma quantia de R$ 39 mil decorrente de um processo judicial.
Acreditando que receberia o dinheiro, a vítima forneceu dados pessoais e seguiu as orientações do interlocutor.
O suspeito solicitou uma transferência via Pix para uma suposta gestora responsável pela liberação dos valores.
Posteriormente, orientou o homem a comparecer a um depósito de materiais de construção, onde foram realizados um pagamento em máquina de cartão e outra transferência.
O homem também relatou ter ido a uma agência da Caixa Econômica Federal, sacado R$ 1.200 e efetuado uma operação em uma casa lotérica.
Ao procurar a polícia, afirmou ter repassado aproximadamente R$ 7 mil.
A esposa confirmou o contato relacionado à suposta indenização, mas apresentou diferenças em relação ao relato do marido, especialmente sobre a forma como a abordagem começou e o valor prometido.
O boletim informa que o casal não apresentou, naquele momento, comprovantes de pagamento, extratos bancários ou dados que permitissem identificar os destinatários das transferências.
A Polícia Civil orientou as vítimas a comunicar imediatamente as instituições financeiras envolvidas e preservar conversas, registros de chamadas e comprovantes.
Homem em tratamento contra câncer tem celular furtado após sair de loja em Rio Preto
Vítima relatou limitações físicas que impediram reação; suspeito fugiu em meio à movimentação de pessoas
Um homem de 57 anos, em tratamento contra o câncer, teve o celular furtado na noite de quinta-feira (15), na rua Tiradentes, no Parque Industrial, em São José do Rio Preto.
Segundo o boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, a vítima havia acabado de comprar um aparelho celular em uma loja e deixava o estabelecimento quando foi surpreendida por um desconhecido.
O suspeito se aproximou repentinamente, arrancou o telefone das mãos do homem e fugiu em meio às pessoas que circulavam pelo local.
A vítima relatou que enfrenta problemas de saúde relacionados ao tratamento oncológico, que provocam quedas frequentes e limitações físicas.
Por causa dessas condições, não conseguiu perseguir o suspeito nem impedir o furto.
À polícia, o homem informou que o autor utilizava um boné, mas não conseguiu fornecer outras características físicas ou detalhes das roupas devido à rapidez da ação.
Ele também afirmou que não conhecia o suspeito e que não havia câmeras de segurança no local.
O aparelho subtraído foi identificado no registro policial como um celular modelo P4 Lite.
A ocorrência foi registrada como furto e encaminhada ao 2º Distrito Policial de Rio Preto.
Até a conclusão do boletim, o responsável não havia sido identificado e não havia informação sobre a recuperação do aparelho.
Morador denuncia agressão com raquete de tênis e ameaça de morte em condomínio de Rio Preto
Desentendimento ocorreu em quadra esportiva do residencial Damha; vítima afirma ter sido atingida na cabeça e nos braços
Um homem de 53 anos procurou a Polícia Civil após relatar que foi agredido com uma raquete de tênis e ameaçado de morte durante uma discussão em um condomínio residencial de alto padrão, em São José do Rio Preto.
O episódio ocorreu por volta das 18h de sexta-feira (16), na área comum de um condomínio localizado na avenida Miguel Damha, no Parque Residencial Damha.
Segundo o boletim de ocorrência, a esposa do denunciante estava jogando vôlei na quadra do condomínio quando houve um desentendimento envolvendo outro morador, que já teria se envolvido em discussões anteriores no local.
De acordo com a versão apresentada à polícia, o homem discutiu com o casal e, durante a confusão, teria utilizado uma raquete de tênis para atingir o denunciante na cabeça e nos braços.
A vítima também afirmou ter recebido ameaças de morte.
Segundo seu relato, o outro morador teria dito, diante de testemunhas, que iria até a própria residência buscar um revólver para atirar contra seu rosto.
Dois seguranças do condomínio teriam intervindo para acalmar a situação e afastar o homem apontado como responsável pelas agressões.
O denunciante afirmou ainda que, cerca de cinco minutos depois, o morador voltou a circular pela área comum carregando uma caminhonete, o que lhe causou preocupação porque sua esposa permanecia na quadra.
No depoimento, a vítima também mencionou suspeitas sobre o comportamento do outro morador, mas não apresentou elementos que permitissem confirmar eventual consumo de substâncias além de bebida alcoólica.
O homem apontado como autor não estava presente na delegacia no momento do registro, e sua versão não constava no boletim.
A Polícia Civil registrou a ocorrência como lesão corporal e requisitou exame de corpo de delito ao Instituto Médico Legal (IML).
O caso foi encaminhado ao 7º Distrito Policial, responsável pela continuidade da apuração e pela coleta dos depoimentos das testemunhas.
Homem perde acesso a aplicativos bancários após golpe com falso anúncio no Mercado Livre
Criminosos teriam utilizado WhatsApp de familiar para enganar vítima; contas com aproximadamente R$ 11 mil podem ter sido comprometidas
Um homem de 71 anos procurou a Polícia Civil após ter o celular e suas contas digitais comprometidos durante um golpe aplicado pelo WhatsApp, na tarde de sexta-feira (16), em Auriflama, no interior de São Paulo.
Segundo o boletim de ocorrência, a vítima estava na residência de sua companheira quando recebeu mensagens de uma pessoa que acreditava ser seu cunhado.
O interlocutor afirmou ter publicado um anúncio no Mercado Livre e pediu ajuda para confirmar referências que seriam fornecidas a terceiros.
Na sequência, o homem recebeu uma ligação pelo WhatsApp de uma pessoa que se apresentou como representante da plataforma. Durante a conversa, o suposto atendente orientou a vítima a acessar determinadas telas e executar comandos no aparelho celular.
A justificativa era a necessidade de validar um anúncio. O homem passou a desconfiar da situação quando o interlocutor mencionou a venda de um terreno, embora seu cunhado não tivesse colocado nenhum imóvel à venda.
Após seguir as instruções, o celular começou a apresentar travamentos, reinicializações e mensagens de atualização do sistema.
A vítima relatou que perdeu o acesso ao WhatsApp e aos aplicativos bancários, além de perceber possíveis alterações de senhas sem sua autorização.
Posteriormente, descobriu que a conta de WhatsApp do cunhado também havia sido invadida. Segundo o registro, os criminosos teriam utilizado o perfil do familiar para conquistar sua confiança.
O homem informou possuir aproximadamente R$ 7 mil em uma conta poupança e R$ 4 mil em uma conta corrente empresarial. Entretanto, não conseguiu confirmar se houve transferências ou saques indevidos.
A vítima declarou que procuraria sua agência bancária para verificar a situação das contas e identificar possíveis movimentações não autorizadas.
A ocorrência foi registrada como estelionato e encaminhada à Delegacia de Polícia de Auriflama. Até a conclusão do boletim, não havia confirmação de prejuízo financeiro nem identificação dos responsáveis.
