Em um tempo dominado por redes sociais, algoritmos e vídeos curtos, o rádio continua vivo – e forte. Para o radialista e diretor da 40 Graus FM (102.5), Cacá Rossete, o motivo é simples e poderoso: emoção.
Com quase quatro décadas e meia de carreira, ele afirma que o rádio sobrevive porque é mais do que música ou notícia. É companhia. É presença. É conexão humana em tempo real.
“Não crie personagem. Seja natural. O ouvinte percebe quando é verdade”, afirmou, em entrevista ao Podcast Diário do Rodrigo Lima.
Cacá relembrou o início humilde, quando ainda adolescente imitava locutores, até assumir posição de liderança em uma das emissoras mais populares de Rio Preto. Também falou sobre os desafios da tecnologia, o surgimento das redes sociais e o que separa comunicadores comuns daqueles que realmente criam vínculo com o público.
📻 Em uma era de excesso de informação, o rádio resiste com aquilo que nenhuma tecnologia substitui: autenticidade.
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